Introdução

A iOito considera que cada indivíduo é um ser único e que há um lugar que é só dele no universo. Acredita que existe algo de bom, do qual a humanidade precisa e que só você pode fazer, mesmo que você não saiba bem o que é. Acredita que essa meta pessoal existe e que sua realização espera por você. Indo ao encontro dela, você se autotranscende, vence o fechamento e acaba por descobrir um sentido para a vida e, assim, uma forma para ser feliz.

Considerando que toda pessoa possui seus entraves, limitações e vieses, a iOito é uma proposta psicoterapêutica inovadora para atender demandas da problemática humana atuais, levando em consideração o profundo dos conteúdos inconscientes e a “altura” dos processos da alma humana em uma única abordagem. Estruturada para ser realizada inicialmente duas vezes por semana, num total de oito encontros, essa técnica foi elaborada pelo médico homeopata e psicólogo Ronaldo Sousa Barros.

Portanto, a iOito surge como estratégia que auxiliará o cliente em sua própria reorganização nöopsicofísica e funciona da seguinte forma:

a) Consulta Inicial – o cliente é acolhido para a tomada do caso, orientação e conduta adequada (abordagem médica homeopática e psicológica). O acompanhamento médico homeopático será feito em comum acordo entre terapeuta e cliente, conforme a necessidade.

b) As Sessões – antes de cada sessão e sempre que for necessário, o cliente será submetido a uma vivência, desenvolvida com o auxílio de recursos audiovisuais, que o preparam, simbolicamente, através da realidade virtual (RV). Esse preparo tem como objetivo aliviar de imediato o sofrimento através do relaxamento, distanciar o sofredor dos seus problemas e discipliná-lo para o enfoque personalizado de suas questões.


Metodologia

Quando estamos doentes ou sofremos psiquicamente, logo nos indagamos confusos - “por quê” estamos sofrendo - ao invés de nos perguntarmos “para quê” o sofrimento. Sentimo-nos agredidos e respondemos na forma de contra-ataque pelo uso de medicamentos ou por uma análise psicológica desmascaradora, onde nos consideramos vitimados pela situação. Entretanto, percebemos que os problemas e algumas doenças, em suas origens, não estão em algo que nos ataca de fora, mas em “escolhas” que fazemos livremente e em “posicionamentos” que assumimos, embora inconscientes. Essas “escolhas”, equivocadas, são condicionadoras e sobre elas outros condicionamentos se assentam, formando cadeias, justificando-se assim muitos dos nossos hábitos, atitudes, opções, escolhas e desejos.

Entendemos que, apenas retornando àqueles momentos iniciais da opção negativa, reformulando-a decididamente sob novos enfoques, é que podemos nos reposicionar na origem primeira do que hoje nos faz sofrer. E isso é possível em curto intervalo de tempo graças à inovação da iOito como método psicoterapêutico.

O método, consiste em descobrir, no passado, a relação do posicionamento da pessoa frente a determinados acontecimentos traumáticos ou negativos e em buscar recursos (novas informações, novos ângulos para olhar o acontecimento) para convencê-la a mudar esse posicionamento, quebrando o padrão de resposta emocional e comportamental que a deixa escrava desse seu passado pela repetição de condicionamentos. Essa mudança requer uma tomada de decisão, que só é possível porque o ser humano, como ser noológico, é livre e responsável e, portanto, decide a cada momento o que vem a ser.

Tem por base as correntes filosóficas existencialistas humanistas, que vêem o ser humano como fundamentalmente bom, que, pelo menos no íntimo, tende ao bem e ao amor. Inspira-se especialmente no diálogo socrático e na logoterapia de Viktor Frankl que ressalta a capacidade de autotranscendência, isto é, a capacidade que temos de nos elevar para além da situação, por mais terrível e imutável que se nos apresente e, a partir daí, nos posicionarmos.

Por meio do diálogo socrático (método ancorado no questionamento ao estilo socrático ou maiêutico, também chamado de paridura), o terapeuta continuamente questiona o cliente a produzir, elaborar, parir ideias que já estavam dentro dele, mas das quais ele não tinha consciência. Distintamente do diálogo socrático original, nessa técnica, o terapeuta usa o recurso de imagens mentais para fazer o questionamento. O cliente é, então, conduzido para atingir, através da imaginação orientada, seus conteúdos psicofísicos e emocionais em sua essência primária, sem perda de consciência, com objetividade e de forma personalizada.


Compreendendo a Sessão



É o cliente que realiza sua investida, pois somente ele pode “imaginar”, realizando mudanças em sua maneira de ser e de pensar... De fato, há pessoas que desejam ficar livres de sintomas desagradáveis, mas não estão dispostas a enfrentar reformulações no seu ser em maior profundidade. Para isso, são necessárias disposição interior e coragem para assumir o comando da vontade em suas próprias mãos. Esses são requisitos indispensáveis para, pelo método terapêutico, aliviar o desgaste emocional provocado pelo sofrimento e assim aprender a “escutar-se” em nível mais profundo.

Na iOito, cada sessão tem uma seqüência de etapas pré-estabelecidas que consistem no relaxamento e na indução ao estado alfa, na etapa diagnóstica, na etapa terapêutica e na testagem final.

1. Relaxamento e indução ao estado alfa

Em todas as sessões o cliente será induzido, através de um rápido relaxamento, ao estado alfa de consciência, permanecendo consciente durante todo o tempo, podendo lembrar-se depois de cada detalhe da terapia; entretanto estará num estado de relaxamento focado, mais aberto e susceptível à mudança. Dessa forma, diminuem-se as chances da pessoa se confundir nos argumentos do racional.

O processo requer, em primeiro lugar, um autodistanciamento do sofrimento ou queixa que levou a pessoa a procurar a iOito. Isto é necessário para reduzir a ansiedade que infalivelmente acompanha a doença ou o problema, já que o cliente geralmente chega muito misturado ao seu sofrimento, e precisa separar-se um pouco dele para poder olhar o problema de modo menos viciado. É preciso relaxar o corpo para que os processos mentais possam acontecer, permanecer consciente, porém um tanto esquecida do corpo.

Nas sessões de realidade virtual que precedem o processo terapêutico, o cliente aprende pacientemente a relaxar e a entrar em alfa com a simples e rápida contagem de dez a zero. Aprende, também, a trabalhar com as imagens mentais distanciando-se delas e faz a descoberta do seu guia mental.

A figura do guia mental é um recurso indispensável para facilitar o diálogo consigo mesmo. É um lugar de certeza, de segurança e de esperança, pois o guia como ser mental que é, esteve presente na vida da pessoa em todos os momentos, tanto alegres quanto tristes, bons e ruins, protegendo-a ou salvando-a muitas vezes. Por isso, é alguém que sabe de você, protege e ainda estabelece uma ponte entre você e sua mente.

2. Diagnóstico

O diagnóstico é feito pela descoberta da impressão emocional e psicofísica frente às questões traumáticas, isto é, consiste no processo de descoberta do posicionamento assumido pela pessoa frente a uma situação ocorrida no seu passado, que é geralmente inconsciente, está na base de suas respostas e acabou resultando num adoecimento físico ou num sofrimento psíquico ou existencial. Dessa forma, terapeuta e cliente vão abrindo juntos as peças do quebra-cabeça e conectando-as até formar um sentido, ou seja, recriando no imaginário o cerne do problema, que culmina na elaboração de um pensamento conclusivo: genérico ou pessoal.

A conclusão pessoal nada mais é do que o próprio posicionamento frente à questão que teve por base o sentido do momento. Não que a pessoa tenha necessariamente se equivocado quanto ao sentido mas, dadas às informações e condições de que dispunha no momento do acontecimento-chave, esse foi o sentido possível encontrado. Esse posicionamento fortemente influenciado pela emoção do momento é, então, fixado pela pessoa em forma de condicionamento que irá interferir em seu comportamento futuro de forma marcante.

Serão questionados os conteúdos ora conscientes, ora inconscientes do psiquismo humano. Quem realiza as perguntas é a própria pessoa auxiliada pelo terapeuta, que é o veículo dessa comunicação entre a dimensão espiritual e psíquica do ser. Ele formula, estimula, dá continência, cria o ambiente propício para que o questionamento aconteça. Obviamente, não é fácil para ninguém autoquestionar-se dessa forma. O cliente irá esbarrar em diversos momentos em seus bloqueios e resistências. Ao contrário das correntes psicodinâmicas, que privilegiam o autoconhecimento como efeito desmascarador, aqui será questionado o psiquismo relacionado ao passado do cliente apenas para possibilitar-lhe um novo posicionamento que seja capaz de interferir no presente e no futuro.

3. Terapêutica

A terapêutica realiza-se estendendo o questionamento para o cliente encontrar dados e vivências de “solução”, desfazendo essa primeira impressão condicionante, calcada sobre o inconsciente, gerando outras impressões encadeadas. Buscar-se-á o sentido da situação, sinalizada pela consciência (no sentido ético), e é esse sentido que servirá de argumento para convencer o espírito a se reposicionar. Isso faz com que a pessoa se aproprie de sua verdadeira consciência e viva com mais liberdade e responsabilidade à medida que se liberta desses entraves.

Desde que o processo se inicia o cliente é convidado a aprender a escutar-se, a olhar para dentro de si através de imagens mentais, da visualização orientada e do diálogo socrático. Nessas sessões o cliente vai defrontando-se com algumas vivências do seu passado, à medida que vão se abordando conteúdos específicos relativos à sua queixa.

Nas cenas que se manifestam, onde são feitos um diagnóstico, uma terapêutica e uma testagem final, verificam-se uma postura, uma atitude e uma dinâmica que são particulares, especificas daquela situação, mas que também refletem a dinâmica da personalidade da pessoa como um todo, semelhante ao que se observa num holograma, onde qualquer uma das partes reflete a figura inteira. Por exemplo, uma criança que no útero materno sofreu por uma tentativa ou um pensamento de aborto reagiu naquele momento agitando-se fisicamente tanto, a ponto de provocar um mal-estar na mãe grávida e automatizou um comportamento de pirraça frente a outras situações na vida em que se sente ameaçada. Tais comportamentos vão gerando “intriguinhas”, que a tornam uma pessoa de difícil convívio, que ninguém quer por perto. Com a terapia o cliente é levado a reformular o seu posicionamento, esvaziando o conteúdo emocional negativo que o aprisionava, despertando a consciência para um agir mais livre e responsável no futuro. Nota-se aí uma tomada de consciência em face de comportamentos antes automatizados; isso implica agir com mais liberdade, porém, com responsabilidade. O exercício dessa liberdade acabará por criar um novo hábito, agora sadio.

4. Testagem final

Essa é uma etapa que está presente em todas as sessões e em determinadas situações em que se usou a comparação como recurso diagnóstico. Simplesmente serve para dar a ideia de ter, realmente, havido ou não mudança, isto é, reposicionamento.



Sessões Avulsas

As 8 sessões iniciais trabalham conteúdos de uma vida inteira, para o quê, o cliente precisará de tempo para assimilá-los no curso da vida. Daí a necessidade das sessões avulsas nesse caminhar.

Essas sessões poderão ser solicitadas tanto pelo terapeuta quanto pelo próprio cliente, sempre que houver necessidade, seja para uma revisão de questões já trabalhadas ou para novas demandas. Tendo-se a opção de agendamento semanal ou quinzenal.



Indicações













A iOito é indicada para diversas situações enfrentadas na vivência diária de cada um:

a) Para tratamento das somatizações em geral geradas pelo estresse, ansiedades de todo tipo e vícios em geral.

b) Como uma psicoterapia para as depressões, para as dificuldades de relacionamentos pessoais ou conjugais, entre outras queixas psicofísicas.

c) Também como recurso auxiliar que possibilita uma compreensão maior das causas específicas da obesidade ou de dificuldades para perder peso após inúmeras tentativas através de dietas.

d) A pessoas que não tendo “problemas” específicos, desejam desenvolver o seu potencial humano, viver com mais liberdade, responsabilidade, entusiasmo e menos preocupação para poder atingir os altos fins de sua existência.





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